Incorporações ao acervo – destaques: jan./mar. 2016

 

4

ASSAN, A. E. Método dos elementos finitos: primeiros passos. 2. ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2003.

10

BASTOS, L. R.; PAIXÃO, L.; FERNANDES, L. M. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses e dissertações. 3. ed.  Rio de Janeiro: Guanabara, 1982.

1

BURDEN, R. L.; FAIRES, J. D. Análise numérica. 2. ed.  São Paulo: Cengage Learning, 2015.

9

CLARETO, S. M. (Org.); DETONI, A. R. (Org.); PAULO, R. M. (Org.). Filosofia, matemática e educação matemática: compreensões dialogadas. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2010. (Caminhos da pesquisa educacional, 7).

3

DIAS, L. R. (Coord.). A revolução da mobilidade: o celular no Brasil. De símbolo de status a instrumento de cidadania. São Paulo: Plano Editorial, 2002.

8

OLIVEIRA, J. C.; COGO, J. R.; ABREU, J. P. G. Transformadores: teoria e ensaios. 2. ed. São Paulo: Blucher: Escola Federal de Engenharia de Itajubá, 2012.

5

SERWAY, R. A.; JEWETT UNIOR, J. W. Princípios de física: movimento ondulatório e termodinâmica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. v. 2.

2

SHAMES, I. H. Estática: mecânica para engenharia. 4. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2002. v. 1.

6

STEWART, J. Cálculo. 4. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003. v. 1.

7

STEWART, J. Cálculo. 4. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005. v. 2.

“A Internet e o Bibliotecário: conheça a Arquitetura de Informação”

por Muito Mais que Livros

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Além da estruturação, organização e categorização da informação, o arquiteto de informação lida também com questões de usabilidade e cognição, taxonomia, tesauros e vocabulário controlado. Ter um site na internet com muito conteúdo significa ter que organizar e categorizar muita informação e isso é o que a Biblioteconomia tem feito há tempos.
[...] 

Acesso ao texto integral em: http://muitomaisquelivros.blogspot.com.br/2016/03/a-internet-e-o-bibliotecario-conheca.html

“Biblioteca universitária”

por Laura Inafuko

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Numa biblioteca universitária há duas seções bem definidas (nas outras modalidades também, mas às vezes é um único bibliotecário que faz o serviço das duas seções): a seção de tratamento da informação e a seção de referência.
[...] 

Acesso ao texto integral em: https://linafuko.wordpress.com/tag/biblioteca-universitaria/

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