Incorporações ao acervo – destaques: fev./abr. 2019

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BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Resistência dos materiais. 3. ed. São Paulo: Makron Books, c1996.

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BOLDRINI, J. L.; COSTA, S. I. R.; FIGUEIREDO, V. L.; WETZLER, H. G. Álgebra linear. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Harbra, c1986.

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DEL-MASSO, M. C. S. Metodologia do trabalho científico: aspectos introdutórios. Marília: Oficina Universitária; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012. (Educação especial na perspectiva da educação inclusiva, 6).

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PISKUNOV, N. Calculo diferencial e integral. 5. ed. Moscu: Mir, 1980. v. 1.

Na BJB, alunos de Engenharia Aeronáutica desenvolvem aviões de papel para participação em competição

Alunos do curso de Engenharia Aeronáutica do câmpus SJBV da Unesp desenvolveram, durante a semana, protótipos de aeronaves de papel. Testados no ambiente da Biblioteca-BJB, os protótipos foram feitos visando a participação no evento Red Bull Paper Wings, em etapa que decorrerá em São Paulo, no próximo sábado, dia 27/04. A Biblioteca-BJB deseja toda a sorte aos nossos alunos participantes!

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ResearcherID migra para Publons/Web of Science

De acordo com a empresa Clarivate Analytics, com essa atualização agora é possível obter todos os benefícios da Web of Science, ResearcherID e Publons em um só lugar.

Saiba tudo em: https://www.researcherid.com/#rid-for-researchers

“Como sobreviver sem assinar revistas científicas”

[…] Uma consulta a sites de busca, às vezes, é suficiente para localizar o PDF de um artigo – se ele estiver disponível, naturalmente. Nos últimos anos, surgiu uma série de ferramentas digitais gratuitas que tornam essa tarefa mais simples. Uma das mais populares é o Google Scholar Button, plugin que dá acesso ao conteúdo do Google Acadêmico e permite localizar textos disponíveis na web e em bibliotecas universitárias. Basta selecionar o título do documento na página que estiver sendo visitada e clicar no botão para localizar a íntegra.

Há outras extensões com as mesmas características, como o Open Access Button, desenvolvido por um grupo do Reino Unido ligado a uma rede de bibliotecas que promovem a publicação em acesso aberto. O serviço tem uma funcionalidade importante: se o artigo não estiver disponível na web, solicita-se diretamente ao autor uma cópia do trabalho. […]

 

[…] Uma coisa é localizar um paper publicado em uma revista que não cobra assinatura e oferece todo o seu acervo na web – uma simples pesquisa na internet, nesses casos, consegue resolver. Desafio mais complexo é encontrar um texto divulgado em um periódico de conteúdo restrito, que teve uma cópia arquivada no repositório de alguma instituição. Frequentemente, eles não ficam bem indexados em sites de busca. Essa situação é frequente e os plugins facilitam o acesso ao rastrear múltiplos repositórios. […]

 

[…] Redes sociais também podem desempenhar um papel importante na busca de artigos científicos. Às vezes, pesquisadores com perfis na Research Gate, Academia, Mendeley e Humanities Commons oferecem cópias de seus trabalhos para download. Também é possível enviar mensagens diretas ao autor pedindo o artigo desejado. Outras estratégias são menos eficazes e não garantem que a obtenção do arquivo respeitou direitos autorais. É o caso da hashtag #icanhazpdf, usada na rede social Twitter. Pesquisadores associam a palavra-chave ao endereço da publicação desejada e esperam que outro usuário com acesso ao documento o compartilhe. A rede social Reddit também tem uma página usada para solicitar e divulgar cópias de artigos e livros.

De acordo com Abel Packer, da biblioteca SciELO, o compartilhamento de artigos em meio digital tornou-se uma versão moderna do empréstimo interbibliotecário – antes do advento da internet, pesquisadores procuravam bibliotecas em busca de artigos e livros e elas obtinham cópias em papel de instituições parceiras. “Hoje isso se faz por meio de redes sociais. Quando preciso de um artigo de difícil acesso, peço para alguém que o tenha”, afirma. Em algumas situações, a fronteira da legalidade é ultrapassada, mas esse limite, observa Packer, tornou-se difuso na comunicação científica. Um estudo publicado em 2017 por Heather Piwowar, do Unpaywall, mostrou que 58% dos artigos consultados livremente na internet vinham de periódicos de acesso fechado e foram disponibilizados pelas próprias editoras sem que houvesse licença formal para isso. “Editoras acabam fazendo um jogo duplo, pois não querem reduzir as chances de que os artigos de suas revistas sejam citados e tenham impacto”, explica.

Saiba tudo em: http://revistapesquisa.fapesp.br/2019/04/15/como-sobreviver-sem-assinar-revistas-cientificas/?fbclid=IwAR0rMXhKnc6axD4n2xhY9R57CLdvn9ZHpXhU4qYtu-8gP5XNUqW7qAoDvgA

“Researcher to Reader (R2R) Debate: Is Sci-Hub Good or Bad for Scholarly Communication?”

[…] Is “Sci-Hub doing more good than harm to scholarly communication”? This question boils down to: should science be paywalled? Is open or toll access a better model for communication?

While we might never agree on the ethics of Sci-Hub, we can agree that making publicly-funded research available to all is a worthy goal. Sci-Hub enables us to reach that goal. But first, how did we get into this predicament. […]

Leia a íntegra em: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2019/04/16/researcher-to-reader-r2r-debate-is-sci-hub-good-or-bad-for-scholarly-communication/?fbclid=IwAR3zF9kn6tjhm2Vdw4Y3TxFla7W_n3n0jaxUKpqEj0YleFsYMKvRjvwwmlc

“GLOALL Aliança Global de Plataformas de Comunicação Acadêmica de Acesso Aberto”

“Em uma sessão organizada pela UNESCO em 8 de abril no WSIS 2019 Forum em Genebra, os coordenadores de seis plataformas: AmeliCA, AJOL, Érudit, J-STAGE, OpenEdition e SciELO concordaram em unir forças para democratizar o conhecimento científico através do multiculturalismo. A Aliança Global de Plataformas de Comunicação Acadêmica de Acesso Aberto (GLOALL) foi lançada com o reconhecimento do princípio de que o conhecimento acadêmico e científico é um bem público global essencial para a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. A sessão abordou diretamente a linha de ação C3 da WSIS sobre acesso à informação e conhecimento e a linha de ação C7 sobre ciência eletrônica.”

Saiba mais em: https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=1996166567176350&id=743701599089526

 

 

“Plágio acadêmico: o que é e como verificá-lo em minutos”

[…] Uma boa dica é utilizar a tecnologia na identificação dos plágios. Existem softwares completamente gratuitos, que fazem uma varredura por palavras e paráfrases que tenham sido utilizadas em outras obras. […]

1 – Google

Sim, o próprio Google. Talvez seja essa a ferramenta mais acessível aos professores e avaliadores de artigos acadêmicos. Basta copiar trechos do texto do aluno e jogá-los no campo de busca.

O Google irá reconhecer as palavras e frases que já foram utilizadas em outras obras. Você pode acessar o suposto conteúdo original. E verificar se, de fato, o aluno usou de paráfrase, mosaico ou cópia integral daquele trecho.

2 – Turnitin

Como o próprio site diz, a Turnitin surgiu para “incentivar um ambiente de ensino onde os alunos se apropriam de suas idéias e produzem conteúdo original, um processo que os prepara para ter sucesso acadêmico e inovar além da sala de aula”.

Eles mostram, o quanto do documento do aluno se assemelha aos conteúdos dos  bancos de dados. Para que assim, os professores possam entender o quanto do documento não é original. A Turnitin diz ainda as fontes que o aluno utilizou para escrever o trabalho.

3 – CopySpider

O CopySpider é uma ferramenta gratuita que verifica, de forma precisa e ágil, documentos da internet que se assemelham ao trabalho apresentado pelo aluno.

4 – ACNP Software

ACNP Software funciona de duas formas distintas: ele realiza uma busca anti-plágio e tenta encontrar documentos semelhantes na internet e ainda rastreia códigos ( C++, Visual Basic, Delphi, Java e C#)  que foram copiados e colados da web. […]

Saiba mais em: https://blog.even3.com.br/plagio-academico/?fbclid=IwAR21n4zEKI_8Z6CPiYZsZJUUCbD723GkIjrYsDlAywXPVdKA0htJZ3RHGO8

 

“VPN não conecta, o que está acontecendo?”

[…] Primeiramente deve-se verificar o nome do servidor de acesso à VPN, conforme tutoriais de conexão.

Em seguida, rever o usuário e a senha digitados, utilizando para isso o portal de acesso […]

Caso não haja problemas com essas informações, deve ser feita a seguinte verificação:

[…]

  • A VPN pode estar sendo bloqueada nos seus equipamentos de conexão a Internet: modem de ADSL, TV a cabo ou 3g, bem como o roteador wireless.
  • Se estiver utilizando conexão sem fio, experimente conectar o PC através de cabo, direto no modem de acesso a rede.
  • Caso consiga acesso depois desse procedimento, o problema deve estar no roteador wireless.
  • Tente também desabilitar o firewall do Windows.
  • Caso não consiga, solicite ao suporte do seu provedor que verifique possível bloqueio para o tráfego da VPN, especialmente a porta TCP 1723 e o protocolo GRE.

Para usuários de sistema Windows, os códigos de erro mais comuns são os seguintes:

  • 691 – usuário ou senha incorretos
  • 800 – firewall do microcomputador ou bloqueio no provedor de acesso a internet
  • 619 – bloqueio no roteador de rede sem fio ou no equipamento de internet mais próximo
  • 720 – bloqueio no roteador, no antivirus ou no firewall do microcomputador

 

Fonte: ASSESSORIA DE INFORMÁTICA DA UNESP – AI. Perguntas frequentes – Unesp – Universidade Estadual Paulista – Portal. 2019.

Post interativo – Pós-Graduação EE: Busca e normalização de informação com a internet

 

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Literacia da Informação“: aprendizagem autônoma ao longo da vida / UAb / CC BY 4.0

[…] Um conjunto de competências que habilita os cidadãos a acessar, recuperar, entender, avaliar e usar, criar, compartilhar informações e conteúdos de mídia em todos os formatos, utilizando diversas ferramentas, de maneira crítica, ética e eficaz, para participar e se envolver em atividades pessoais, profissionais e sociais. […] (UNESCO, 2013, tradução nossa).

 

1 – Busca de informações via internet

Normalmente, necessidade de informação para embasar/fundamentar/desenvolver uma (as) ideias; daí surge a busca.

Para isso é preciso criatividade; postura ativa; “ir atrás” de fontes, informações, pessoas.

Em meio à internet:

  • Como eu vou fazer essa busca?
  • Como delimitar a questão em termos conceituais?
  • Como expressar esses conceitos em forma(as) de expressões?
  • Via qual recurso vou buscar?
  • Quais recursos, dentro do recurso, devo utilizar?

VOCÊ poderá e deverá definir. Por meio da postura ativa, criativa, solucionando questões, experimentando, experienciando, autonomamente, aprendendo a aprender.

 

 

Google Acadêmico

Indexa/recupera/fornece acesso a documentos e informações, de cunho científico, vinculadas/publicadas em distintas fontes:

  • Fontes Acesso Aberto (acesso irrestrito; compartilhamento; livre circulação/cocriação de conhecimento)
  • Fontes de acesso restrito

Google

Conteúdos de acesso restrito, acesso Unesp institucional/via VPN

Aplicativos/dispositivos móveis: Portal Capes, P@rthenon, Biblioteca Virtual 3.0 da Pearson

Busca nos recursos semelhante à busca em motores; cada recurso, no entanto, apresenta especificidades no que toca ao manejo/busca, há que “fuçar”, ir à descoberta, ver as instruções específicas. Autonomia: há “macetes”, técnica, mas o mais importante é a atitude, processo criativo, solução de problemas em frente da busca e acesso às informações/documentos/fontes, observando os diversos recursos oferecidos pelos motores de busca. É preciso “ser você”, ser independente, colocar o seu “traço pessoal”.

* Dica: utilização de palavras com “alta carga semântica”; não “palavras vazias” = resultados mais precisos / relevantes; ilustração:

https://www.google.com/search?source=hp&ei=49N6W9O9C4GtwATH1JAw&q=como+fazer+para+obter+sil%C3%ADcio&oq=como+fazer+para+obter+sil%C3%ADcio&gs_l=psy-ab.3…12755.25906.0.26203.30.22.0.8.8.0.232.2744.0j18j1.19.0….0…1c.1.64.psy-ab..3.26.2812…0j0i131k1j33i22i29i30k1j0i8i13i30k1j0i22i30k1j33i160k1.0.CvTk8B6Yxto

https://www.google.com.br/search?source=hp&ei=7dN6W-bONIj_wQTNhZWgBw&q=sil%C3%ADcio+obten%C3%A7%C3%A3o&oq=sil%C3%ADcio+obten%C3%A7%C3%A3o&gs_l=psy-ab.3..0i22i30k1l2.30438.33309.0.33498.18.16.0.0.0.0.285.2442.0j7j5.12.0….0…1c.1.64.psy-ab..6.12.2431…0j0i131k1j0i10k1.0.IbbPCGRpr5E

 

 

 

2 – Avaliação crítica da fonte, do documento, da informação encontrada via Google

Há que ser verificada a credibilidade/confiabilidade de alguma forma.

Informação está vinculada a alguma instituição? Faz referência a outros documentos publicados? Apresenta autoria? Apresenta data de elaboração ou publicação? Encontra-se vinculada a alguma fonte/publicação científica? Apresenta credibilidade o site/página em que a informação encontra-se? Observação do estilo da escrita, se apresenta muitos adjetivos, termos coloquiais/Qual o propósito comunicacional dessa fonte/informação?

Ética e Moral

Creative Commons vão no sentido do Acesso Aberto

Autonomia: há “macetes”, técnica, mas o mais importante é a atitude, processo criativo, solução de problemas em frente da busca e acesso às informações/documentos/fontes, observando a questão ética/moral.

https://www.google.com.br/search?rlz=1C1QJDB_enBR808BR808&ei=ur5kW66WG8qnwgTg2YnoAg&q=c%C3%A1lculo+ii+stewart+pdf&oq=c%C3%A1lculo+ii+stewart+pdf&gs_l=psy-ab.3..0i22i30k1l10.9247.10275.0.10411.4.4.0.0.0.0.132.492.0j4.4.0….0…1c.1.64.psy-ab..0.4.491….0.aUe81lwLbX8

  • é legal/ilegal fazer isso?
  • é justo?
  • deveres e responsabilidades, cidadão x profissional/estudante

As fontes são milhares, deve-se buscá-las, ser ativo, mas sempre observando a questão moral que se coloca em meio a esse contexto.

Google e o filtro por licenças

 

 

 

3 – Identificação do tipo de documento

A depender do contexto, do escopo, do objetivo do projeto, um (uns) tipo (os) de fonte podem ser mais interessantes.

  • Monografias (teses, dissertações, livros, e-livros)
  • Artigos de periódicos
  • Trabalho apresentado em evento
  • Documento apresentado exclusivamente em meio eletrônico (sites, mensagens e afins)

Definições dadas pela ABNT/ISO, p. 10

 

 

 

4 – Normalização de referências com a internet

Normalizar para quê?

  • A comunicação requer normas; a comunicação científica requer as suas para que o conteúdo possa ser o mais efetivamente possível comunicado, apresentado
  • Explicitar as fontes utilizadas para elaboração/embasamento das ideias
  • Possibilitar acesso às informações usadas
  • Evitar a simples reprodução de ideias/conteúdos

 

Universidade, para a sua produção acadêmica, utiliza as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT

MORE – Mecanismo Online para Referências

Plataforma Target GEDWeb

 

 

cit
Fonte: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10520: Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, c2002.

https://www.sjbv.unesp.br/#!/biblioteca/normalizacao/

https://bibliotecaunespsjbv.files.wordpress.com/2016/02/tcc-sjbv3-1.odt

 

 

 

 

Webtreinamentos 

Portal Capes

Bases de dados específicas

Gerenciadores de referências

Calendário de Treinamentos de interesse à comunidade Unesp SJBV – abril/2019

(PRÓXIMOS TREINAMENTOS PARA ENGENHARIAS: 22 A 27/04)

 

 

Minicurso de normas ABNT: citações, referências e trabalhos acadêmicos, por Biblioteca Unesp Rio Claro

 

 

 

Material de apoio

Guia Temático de Apoio – “Pesquisa na Web”, por Sergio Bernardo

“CRIAR BIBLIOGRAFIAS: Ferramentas para Citar e Organizar Referências”

Apresentação Pós-Graduação EE – abril/2019

 

 

 

Questões/dúvidas:

“SAVE THE DATE: UNESP CONECTA será dia 3 de abril!!”

“O Instituto de Biociências da Unesp, campus Botucatu, será palco no próximo dia 3 de abril do primeiro “Unesp Conecta”. Trata-se de um evento com empresas, palestras e oficinas. […]

Saiba tudo sobre o evento clicando aqui!

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