“As bibliotecas na pandemia: o movimento da transformação digital das bibliotecas da Unesp durante a pandemia”

“Durante o ano de 2020, as coleções disponibilizadas pelas bibliotecas da Unesp alcançaram quatro milhões de acessos”

por: Flavia Maria Bastos, coordenadora da CGB. Fonte: ACI/Unesp. Acesse a íntegra da matéria em: https://www2.unesp.br/portal#!/noticia/36347/as-bibliotecas-na-pandemia

Biblioteca-BJB é parte de exposição da Semana Virtual das Bibliotecas da Unesp

Veja aqui a sessão sobre a biblioteca do câmpus experimental da Unesp em São João da Boa Vista.

E clique aqui para ver na íntegra a exposição sobre as bibliotecas da Rede de Bibliotecas Unesp.

Conheça toda a programação da Semana Virtual do Livro e das Bibliotecas da Unesp: a biblioteca sempre perto de você! Participe 🙂

“Unesp implanta gerenciamento de serviços de bibliotecas na nuvem”

“Mesmo usado em Harvard, sistema Alma permitirá elo mais forte de bibliotecas com o ensino”

[…]

Com a eclosão da pandemia de COVID-19 e a consequente suspensão das atividades presenciais na Unesp, que ocorreu em 17 de março, a demanda pelos serviços digitais das bibliotecas aumentou bastante, mas o espaço virtual das bibliotecas estava preparado para absorvê-la.

“Fizemos em 2019 um estudo em relação à assinatura das principais bases de e-books em português para a graduação, o que foi muito importante para enfrentar esse período de pandemia, como as bases Pearson e Minha Biblioteca, que incluem títulos de diversas áreas do conhecimento. […] “Essas últimas escolhas, inclusive com a modernização do sistema de gerenciamento dos serviços das bibliotecas, mostram que estamos no caminho certo”, afirma a coordenadora. […]

Saiba tudo em: https://www2.unesp.br/portal#!/noticia/35950/unesp-implanta-gerenciamento-de-servicos-de-bibliotecas-na-nuvem

Atualização situacional – Rede de Bibliotecas Unesp

A partir de amanhã, 15/07/20, o catálogo da Rede de Bibliotecas Unesp, o Athena, deixará de ser alimentado. A partir de agora ele será substituído por um sistema de descoberta, até então conhecido por P@rthenon Unesp.

Tal sistema foi apresentado para a graduação da unidade de São João da Boa Vista a 03/07/20 e para a comunidade vinculada ao programa de mestrado interunidades em outras oportunidades, tratando-se de uma plataforma de última geração, utilizada por universidades como a de Harvard e a de Oxford.

O sistema pode ser acessado a partir do seguinte endereço: https://unesp.primo.exlibrisgroup.com/discovery/search?vid=55UNESP_INST:UNESP

Neste vídeo podem ser conhecidos mais detalhes dele.

Quanto a devoluções de livros emprestados, informa-se que os prazos dos empréstimos foram estendidos até o dia 30/09/20 (trinta de setembro de dois mil e vinte).

“Biblioteca, um lugar para ler, escrever, ouvir, sonhar e criar”

[…] Gonzalo Oyarzún evita falar no que deveria ser a biblioteca do futuro. Não há tempo para isso. “A biblioteca do futuro deve ser hoje, e ela deve estar em lugares públicos perto de suas comunidades, com espaços e serviços construídos por essa comunidade. Ela tem que atender às necessidades vitais dessa população e adequar seu acervo, horário, dimensão e programação ao que seus usuários precisam.” E isso, ele diz, não importa se ela funciona num grande prédio ou num ônibus.

“A biblioteca de hoje deve estar focada nas pessoas, em todas as pessoas. Ela deve ser inclusiva e incentivar a diversidade”, explica. “Seu formato e sua estrutura devem ser constituídas pelo princípio permanente de que o ser humano é o mais importante e que a expressão coletiva desse ser humano é a comunidade em que ele está inserido”, completa Oyarzún.

Nesse sentido, para o chileno, uma Biblioteca Nacional é igualmente determinante na vida das pessoas. Na opinião dele, há um falso antagonismo entre a preservação e o acesso a uma informação de maneira massiva.

“As bibliotecas nacionais e públicas e as universitárias e escolares mudaram e foram incorporadas à vida das pessoas em todos os seus aspectos.”

 

Leia a íntegra em: https://www.diariodaregiao.com.br/_conteudo/2020/02/cultura/literatura/1183797-biblioteca-um-lugar-para-ler-escrever-ouvir-sonhar-e-criar.html

“Computer Science Could Learn A Lot From Library And Information Science”

[…] Cataloging theory could help today’s AI researchers contemplate how to build their taxonomical classifiers, while abstracters and reference librarians could impart their immense wisdom and experience on tomorrow’s digital assistants, smart speakers and Q&A systems.

Yet LIS curriculums are about far more than managing archives of physical artifacts and electronic subscriptions. Community engagement has long been a major emphasis, with disciplines like “community informatics” emphasizing how information and communications technologies can empower and strengthen communities. In a digital world in which “worth” is typically defined by “advertiser interest” there is much the major internet platforms could learn from a broader thinking of how their tools empower or repress community and the meaningful changes they could make to better support marginalized and vulnerable communities.

Indeed, much of the harm wrought by social platforms on the vulnerable communities of the world, their contributions to ethnic violence, genocide, hate crimes and other horrors could have been considerably mitigated had the companies from the very beginning approached their designs from community-centric mindsets rather than building a system in their own image and answering each harm with today’s glib “oops our mistake but no-one could have foreseen this” responses. Community informatics researchers study these very issues and many of today’s high-profile social media failures are eerily reminiscent of the topics covered in the classes I myself took years ago. […]

Leia a íntegra em: https://www.forbes.com/sites/kalevleetaru/2019/08/05/computer-science-could-learn-a-lot-from-library-and-information-science/?fbclid=IwAR3oVZPGB-gTueaxwWGWY_Jqb8HJ1zkyWmoaIBr2hRRTHnHsvgNXbF0SUPM#c8d3b92587d7

“Makerspaces: las bibliotecas universitarias como espacio de creatividad e Innovación”

“La gente asocia la biblioteca con los libros y no consideran la biblioteca en relación con los recursos en línea o servicios de referencia. – La gente no piensa que puede utilizar las bibliotecas para obtener la información que a veces necesitan, ya que a menudo no saben que existen estos servicios. Las bibliotecas universitarias tradicionalmente se han utilizado para almacenar el conocimiento, pero hoy también son lugares donde se aprende y se crea, por ello muchas bibliotecas que han emprendido el nuevo camino están siendo más relevantes que nunca para sus usuarios. su parte las bibliotecas cada vez se integran más en el aprendizaje, intentando ser un puente entre el aula y los espacios de prácticas para favorecer el éxito y la mejor integración del alumno. Los datos respaldan este nuevo concepto de biblioteca, ya que el número de estudiantes que usan el espacio de la biblioteca se ha incrementado en la mayoría de ellas.Todos estos cambios están en consonancia con los nuevos modelos de aprendizaje mencionados antes. Cada vez más universidades ofertan cursos “híbridos”, “aulas invertidas” y “aprendizaje activo”. Los profesores facilitan el acceso a materiales en línea y comprometen a los estudiantes con la exploración grupal y la resolución de problemas durante el tiempo de clase. Los makerspaces tienen un enfoque orientado al desarrollo de muchas de estas habilidades, y pueden ser un medio para llevar la teoría explicada en clase al terreno de la práctica mediante el aprendizaje experiencial.”

Acesse a íntegra do conteúdo em: https://universoabierto.org/2019/05/29/makerspaces-las-bibliotecas-universitarias-como-espacio-de-creatividad-e-innovacion/?fbclid=IwAR21tnm2map4uDaWDwW6eEV7FT0U9Y4UA-eECBbfv7kHz8znDqVN25IilEs

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